Biografia: Graduado em Engenharia de Produção pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (julho de 1997), mestre em Informática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (setembro de 2002) e doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (outubro de 2005). Possui interesse acadêmico em gestão e organização econômica.

Dia Internacional do Trabalhador: reflexão sobre o papel do trabalho pós-pandemia.

No primeiro de maio em meio à uma pandemia mundial do SARS-CODIV-19, questões sobre as relações do trabalho pós-pandemia se relevam preocupantes para a classe trabalhadora, principalmente no Brasil em que as desiguadades no cenário brasileiro potencializada por uma desglobalização, ocasiona rearranjo dessas relações no complexo jogo das nações. Os trabalhadores devem ter consciência de que representam uma parcela valiosa do sistema produtivo e que se reinventar acaba se tornando algo relevante à nossa cultura das relações capital e trabalho.

A logística na crise do Covid-19

A grave crise provocada pela pandemia do Coronavírus (Covid-19) vem gerando repercussões diversas e multidimensionais no cotidiano econômico e social dos países afetados. O contexto de isolamento social foi uma necessidade real que se impôs para buscar achatar a curva de contágio e dar maior tempo aos sistemas de saúde para se organizarem. Do ponto de vista dos sistemas produtivos de bens e serviços, os impactos da crise estão também refletidos diariamente na imprensa. Nesse sentido, a logística de abastecimento será objeto de breves considerações por conta dos riscos associados a distúrbios sociais.

O Covid-19 e as possibilidades de reconversão produtiva

Nos últimos dias, os nossos pensamentos cotidianos estão voltados para salvar vidas na grave crise do Coronavírus (Covid-19). Há inclusive no horizonte próximo a expectativa de que a agropecuária e o comércio varejista de bens essenciais, como os supermercados, serão afetados [1]. Salvar vidas e garantir o abastecimento contínuo de bens necessários à manutenção da vida humana se tornarão desafios cruciais na atual crise. Afinal, estamos enfrentando um cenário bem próximo ao de uma “economia de guerra”. Esse contexto exige uma eficaz coordenação institucional geral de esforços e a centralização de planos e ações no âmbito federativo.